Mídia

Um ''CHECK-UP'' sob medida para as companhias

Planejamento Financeiro

PROFIT especializa-se em clientes médios

Como vender sua empresa


UM "CHECK UP" SOB MEDIDA PARA AS COMPANHIAS

As empresas estão levando a sério o jargão de que "é melhor prevenir do que remediar". Remodelada, a velha e boa máxima de que é mais sensato detectar e corrigir os problemas antes que eles venham à tona está ganhando corpo nas reuniões de planejamento estratégico das companhias e inspirando projetos para ganhar mais fôlego na eterna e acirrada briga por produtividade e competitividade.

A analogia com uma consulta médica faz sentido. As práticas preventivas se assemelham muito a um check up médico e talvez seja por isso que vem despertando tanta atenção. Na maior parte das vezes, a empresa não está crise ou sequer tem problemas aparentes que precisam ser resolvidos.

Em uma análise superficial, tudo vai bem, seguindo à risca o que foi proposto. Mas, como em um exame mais detalhado, quando os consultores se aprofundam nos processos da companhia, começam a surgir falhas potenciais ou ações que poderiam ser melhor aproveitadas, aumentando a produtividade e reduzindo custos.

As empresas estão procurando as consultorias para fazer este tipo de análise porque podem encontrar isenção emocional, tecnologia e dedicação exclusiva ao processo.

Veja a proposta da PROFIT para o Check-Up Financeiro

PLANEJAMENTO FINANCEIRO MELHORA FLUXO DE CAIXA

Economista defende integração de setores da empresa

Integrar os diversos departamentos melhora o fluxo de caixa, garante o economista Paulo Gurgel Valente, que apresentou ontem um método de planejamento financeiro, no Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros - IBEF.

Empresas que valorizam o planejamento financeiro como ferramenta para controlar o fluxo de caixa saem ganhando. A afirmação é do economista Paulo Gurgel Valente, que ministrou palestra ontem no IBEF. No evento, Valente apresentou seu método de planejamento financeiro, que visa integrar os diversos departamentos de uma empresa para melhorar o desempenho do fluxo de caixa. Ele lamenta que são poucas as empresas que consideram está forma de controlar seu caixa primordial.

De acordo com dados de um levantamento feito pelo economista recentemente, apenas 20% das organizações brasileiras fazem planejamento de seu fluxo de caixa. Um índice muito pequeno, se levada em consideração a importância de uma empresa saber quanto vai receber e desembolsar. Paulo Valente conta que o planejamento da tesouraria de grande parte das empresas nacionais ainda é feito de modo improvisado.

O planejamento financeiro, segundo o economista, pode ser feito de forma simples. "O primeiro passo é montar uma planilha mensal que demonstre, dia-a-dia, quanto a empresa vai receber de seus clientes e quanto vai pagar a seus fornecedores, funcionários, impostos e demais compromissos. No final de cada mês, o empresário terá uma importante ferramenta de análise. Ele começará a perceber alguns erros que poderiam ser evitados", comenta.

Valente explica que o planejamento feito com este conjunto de planilhas leva, em média, de seis a oito meses para se aperfeiçoar e apresentar resultados.

Este intervalo de tempo, segundo ele, serve para os funcionários se adaptarem à nova cultura da empresa. Tendo como base os relatórios mensais, a diretoria poderá traçar, então, estratégias operacionais e financeiras.

Mas para que os erros do planejamento financeiro sejam minimizados, Valente ressalta a necessidade da participação de todos os departamentos de uma organização. A falta de comunicação interna é apontada por ele como um dos maiores obstáculos enfrentados pelas corporações para a elaboração do fluxo de caixa: "para que o planejamento seja se torne mais eficiente, é imprescindível que haja interligação de todos os departamentos da empresa. Somente desta forma, será possível confrontar os resultados reais com os previstos"- diz.

Sistema de planejamento financeiro

PROFIT ESPECIALIZA-SE EM CLIENTES MÉDIOS

A consultoria financeira PROFIT especializou-se em responder uma pergunta que costuma causar arrepios nos empresários, a que tenta apurar o valor de uma empresa. O levantamento é feito com base em um método de avaliação que leva em conta o faturamento da companhia, a estimativa de seu crescimento anual das vendas, ponderados pelo risco e pelo custo de oportunidade da empresa num prazo de cinco anos.

A consultoria tem como foco as empresas de médio porte, com faturamento a partir de R$ 12 milhões por ano, que normalmente não encontra esse tipo de assistência nos bancos, mais voltados para companhias de grande porte.

O método, segundo Paulo Gurgel Valente, diretor da PROFIT, confirma uma indicação geral na área de fusões e aquisições de que "cada dólar de faturamento anual corresponde um dólar de preço de venda". "Este é um passo inicial na avaliação da empresa. Mas em muito setores, como no farmacêutico, por exemplo, esse tipo de avaliação fica muito próximo do preço final", explica Valente.

Pelo método da consultoria, uma empresa com expectativa de 25% no crescimento anual das vendas e risco de zero por cento vale 3,2 vezes o seu faturamento. Se o risco for mais alto, de 18%, e o crescimento projetado das vendas de 10%, o valor cai para 0,7 o total de vendas no ano.

Valor emocional

"Com esse método fica mais fácil tirar o valor emocional da empresa. É muito normal um empresário que começou do nada, e que por algum motivo esteja vendendo a companhia que construiu, acredite que ela vale muito mais do que realmente vale", explicou. Com a crise financeira, o ritmo de compras e vendas entre as companhias de médio porte diminuiu. "Mas em breve deverá voltar ao normal", salienta o consultor. "Além de avaliar a empresa para a venda, nós também ajudamos a encontrar um comprador ou um vendedor. Assim damos liquidez ao mercado", acrescentou Valente, que já foi diretor financeiro da fabricante de bebidas Kaiser.

A PROFIT também auxilia as empresas a se prepararem para conseguirem financiamento com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e a identificarem seus gargalos financeiros. "Às vezes o dinheiro está dentro da empresa, sem o empresário saber", diz Gurgel.

COMO VENDER SUA EMPRESA

PROFIT AJUDA A VIABILIZAR FUSÕES E AQUISIÇÕES E A CONQUISTAR A PERFEITA SAÚDE FINANCEIRA

Lúcio Santos

Você já pensou em comprar ou vender uma empresa? E em abrir uma franquia? Essas e muitas outras decisões podem ser tomadas com maior grau de precisão se tiverem a ajuda de uma consultoria. Isso é o que garante Paulo Gurgel Valente, diretor da PROFIT Projetos e Consultoria, que estabeleceu como clientes preferenciais as médias empresas.

Paulo diz que as multinacionais têm processos complexos quando decidem fazer uma fusão ou aquisição, pois envolve troca de ações e até problemas legais, quando uma empresa passa a controlar o mercado. Já o pequeno empresário, interessado na compra ou venda de apenas um estabelecimento, tem condições de, por conhecimento do ramo, avaliar ele próprio o valor do negócio. Mas a coisa começa a se complicar quando se trata da negociação de empresas médias, como uma rede de lojas, da entrada de um novo sócio ou da perspectiva de retorno com o investimento em uma franquia. "O consultor leva uma visão nova e procura descobrir coisas que a empresa não está percebendo", explica Paulo Valente. Ele diz que é muito comum os herdeiros de uma empresa tradicional optarem em não continuar com o negócio. Mas como vendê-la? Quanto vale exatamente essa empresa? São respostas a essas perguntas que a PROFIT dá aos seus clientes. Há também o outro lado, quando um empresário, interessado em expandir, não sabe o que é melhor: abrir filiais ou comprar uma concorrente. Nesse caso, a abordagem é sempre mais fácil quando feita por uma consultoria, explica Paulo Valente.

Check-up financeiro revela problemas

Entres os serviços oferecidos pela PROFIT, está o check-up financeiro. O objetivo é melhorar a eficiência da empresa, identificando pontos críticos e apresentando recomendações para aprimorar controles e garantir ganhos ou economias relevantes.

Paulo Valente lembra o caso de um escritório de advocacia, que sofria com a impontualidade de seus clientes porque não sabia cobrar. Com o trabalho feito pelaPROFIT, a inadimplência caiu de 40% para 10%. "A área de contas a receber é sempre um ponto muito frágil das empresas", diz Valente.

Outro cliente da PROFIT, dono de uma rede varejista com nove lojas, achava que o ideal era ter nove empresas diferentes e controlava 48 contas bancárias. Ao contrário do que imaginava esse empresário, Paulo Valente garante que o ideal é que uma mesma empresa tenha mais de uma atividade e não o contrário. "É muito comum o empresário ter uma idéia e criar uma empresa nova", diz ele.

Segundo o consultor, o check-up financeiro é executado em duas fases. Na primeira, é feita uma avaliação sobre o departamento financeiro, analisando-se contas a receber, contas a pagar, tesouraria, captação e aplicação de recursos, critérios para a escolha dos bancos, negociações com bancos, clientes e fornecedores, relacionamento da área financeira com os demais setores da empresa, recursos humanos e autonomia para tomada de decisões.

Na segunda fase, a PROFIT e a administração da empresa discutem, com base em um relatório elaborado pela consultoria, os pontos que merecem um aprofundamento maior.

Guia prevê ética e confidencialidade

A PROFIT tem experiência de muitos anos em fusões e aquisições e, para mostrar que sua atuação é feita de forma ética e profissional, elaborou um guia que Paulo Valente chama de "Dez passos para vender sua empresa". Esse processo envolve o desenvolvimento de uma estratégia de aproximação com potenciais interessados na operação, sempre respeitando a confidencialidade. Os dez passos são:

1 – Preparar um relatório de apresentação da empresa, descrevendo detalhadamente a companhia aos investidores potenciais.

2 – Identificar os potenciais investidores, fazendo-se prospecção com base em dados.

3 – Aproximar-se de cada investidor potencial sem revelar a identidade da empresa a ser vendida.

4 – Realizar a primeira reunião com o investidor potencial, quando se dá o encontro entre vendedor e comprador.

5 – Dar início às negociações, com o consultor ajudando a planejar a estrutura do negócio e evitando os inconvenientes do envolvimento direto do dono.

6 – Elaborar um memorando de entendimentos, identificando os executivos que tomarão as decisões e estabelecendo preço e prazos de pagamento, além da preparação do contrato de compra e venda.

7 – Compreender a importância do processo de auditoria especial, mas mantendo-se a confidencialidade.

8 – Obter o financiamento ao investidor, quando necessário.

9 – Tratar da segurança de recebimento do pagamento.

10 – Preparar a documentação legal e assinar o contrato de compra e venda.

Caderno Negócios de Sucesso